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    Heróis têm lá sua marca registrada. Todos super homens pela própria natureza, desconhecedores do medo e incapazes de uma fraqueza. Quase sempre são personagens importados e impulsivos, que esbanjam agressividade em detrimento do raciocínio. No entanto, quem é que não gosta de heróis? Para o público, heróis são modelos, são tipos ideais nos quais muitas vezes procuramos nos espelhar. Além de semelhantes entre si (ou seja, tematicamente pobres), os ditos heróis das histórias para crianças existem em contextos com os quais temos pouca ou nenhuma identidade cultural. Nas raras vezes em que esta situação é revertida a ligação do público com os personagens regionais é imediata e intensa. É nesta direção que caminha o presente projeto. Produzir e encenar uma peça infantil onde os personagens se aproximem escandalosamente da vida real, surpreendendo e criando situações humorísticas simplesmente por suas ações não corresponderem à expectativa do público.

 

    A história conta a saga de Herlói, um sujeito comum que vê-se obrigado a enfrentar uma perigosa aventura. Sua namorada Mariana foi enfeitiçada pelo traiçoeiro Maestro. O vilão, após ser rejeitado pela moça, descobre na Internet uma antiga canção egípcia que provoca o sono eterno. Resta a Herlói viajar em busca de uma música antídoto que a faça acordar.

 

Ficha Técnica:

 

Direção: Raquel Grabauska

Texto: Gustavo Finkler

Elenco: Vinícius Petry, Rita Spier e Renato Santa Catharina

Figurino: Rô Cortinhas

Cenário: Mariana Melchiori

Duração: 55 minutos

Realização: Cuidado Que Mancha